- uma boa formação técnica;
- a vontade de aprender;
- distâncias razoáveis da sede do município;
- o hábito de contratar assessorias;
- utilizar contabilidade de certo nível, e outras…
- capitalizados, ou seja, não estavam sob pressão financeira decorrente de maus resultados.
- Nosso pessoal já tinha experiência com consultoria compartilhada, na região. Nesse tipo de intervenção se reduziam os custos de treinamentos, fazendo-os em conjunto, deixando o detalhamento das atividades para as visitas aos locais de produção.
- Tínhamos aprendido, num benchmarking feito com apoio da Sadia, com criadores de suínos, em Santa Catarina, que era fundamental iniciar o trabalho revendo o orçamento de cada propriedade.
- O trabalho seria desenvolvido por dois escritórios técnicos locais, cujos titulares tinham grande credibilidade na região. Tanto Francisco como Felimar tinham participado de um programa de treinamento cujo auge tinha sido uma semana de benchmarking na Sadia, em Chapecó.
Depois de 6 meses, encerrando a programação, foi feita uma apresentação de resultados para o Sindicato Rural. Os resultados foram surpreendentes, em muitos aspectos:
- dos 11 proprietários que aderiram ao projeto, 10 chegaram ao final dos trabalhos (apenas uma desistência);
- nada menos do que quatro propriedades estavam tendo prejuízo operacional — e não sabiam!
- oito dos participantes tiveram efetivo ganho financeiro com o programa, mas a contribuição do 5S e das demais ferramentas aplicadas tinha sido irrelevante;
- o grande fator de ganho foram modificações feitas nas técnicas de produção — alteração de manejo, no processo nutritivo, reforço na terminação, e assim por diante — recomendadas pelos nossos consultores.
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Naquele episódio entendemos, pela primeira vez, os enormes ganhos que as técnicas da gestão pela qualidade podem trazer, quando focam a potencialização do uso do conhecimento da tecnologia do negócio. |
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